Relvas

O ramalhete começa a compor-se: direcção da rádio pública acaba contratos de cronistas sem pré-aviso após críticas, no programa deles, a frete da televisão pública ao governo angolano. Governo português mete a mão na RDP para impedir que se hostilize empresa angolana (próxima do governo do seu país), que tem interesse na privatização da RTP. Mas está tudo bem: a imprensa de serviço público serve para promover “a aproximação dos países lusófonos”, não para “insultar chefes de estado lusófonos”. E não, “não se discute a liberdade de imprensa”.

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