Ponto de partida

O primeiro-ministro continuará a aplicar austeridade “custe o que custar” para que atinjamos os fins. A receita é explícita, mas a premissa – os graus relativos na sua aplicação – não é consensual. Querem algo consensual? André Freire (Público, 8/2) explica:

“Estou convencido de que os portugueses poderiam admitir, perante situações excepcionais, alguma compressão de remunerações/de direitos fundamentais, desde que a percebessem como justa (porque atingindo todos os cidadãos sem excepção, apenas tendo em conta a situação económica e social de cada um) e transitória. Nada disto se passa com as medidas do Governo (que isentou os rendimentos de capital, os trabalhadores do sector privado, etc., destes sacrifícios)”

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