E para César não há nada nada nada

O Vaticano, ali tão perto, continua a vincar o “a César o que é de César, a Deus o que é de Deus” como prova da superioridade metafísica do cristianismo. Mas nos confessionários italianos pode-se trocar, com uma dúzia de avé-marias, o pagamento de uma dívida ao Fisco por um generoso donativo à Igreja. Os ricos não passarão o portão celestial, a menos que estejam endividados.

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