No limite

A linha acaba de ser delimitada. De um lado temos o primeiro-ministro de um “governo responsável” que fará austeridade “custe o que custar”; do outro o líder de uma “oposição responsável”, Seguro, que “não consegue imaginar mais medidas de austeridade”, apenas incentivo ao crescimento. Um está disposto a retalhar-nos até ao tutano para obter receitas, sem os olhos no futuro; o outro diz que, mesmo estando em causa as próximas prestações do empréstimo balão de oxigénio, terá os olhos/subsídios postos apenas no horizonte que vê para lá do pântano. A linha foi traçada, as trincheiras escavadas. Iludidos há-os aos montes; moderados, nem vê-los.

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