Ainda há empregos estáveis

O primeiro-ministro resolveu queixar-se dos seus empregadores dizendo que somos demasiado queixinhas (piegas, se preferirem) e que devíamos “ser mais exigentes” connosco e com os outros. Até porque a alternativa será “fazer de conta” de que tudo está bem, quando a dívida e o défice público do país atingem a obesidade mórbida. Aos empresários, a quem permite despedir funcionários que não cumpram o exigido, Passos Coelho pede “melhor gestão”. Ao povo, que o contratou como funcionário, pede que não se queixe da sua prestação de serviços. A exigência que nos pede é, percebe-se, para aplicar horizontalmente. Há contratados cujo trabalho não deve ser escrutinado e criticado: os que contratámos para o Terreiro do Paço.

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